quinta-feira, agosto 16, 2018

Prezados (as) leitores, bom dia!



Graça e Paz, amados!

Venho por meio deste, informar que a partir do Mês de Agosto de 2018

Os sermões, estudos, agenda e demais conteúdos deste Blog, passará a ser publicado no site do Ministério. Nele será publicado o conteúdo deste blog e demais novidades, para crescimento do reino de Deus e edificação de Vidas por meio da palavra viva.

Convidamos você para parte deste projeto missionário; “Juntos somos mais fortes”.

Saudações em Cristo Jesus,

terça-feira, julho 17, 2018

A Crucificação de Cristo,a partir de um ponto de vista médico

de C. Truman Davis
 

Lendo o livro de Jim Bishop “O Dia Que Cristo Morreu”, eu percebi que durante vários anos eu tinha tornado a crucificação de Jesus mais ou menos sem valor, que havia crescido calos em meu coração sobre este horror, por tratar seus detalhes de forma tão familiar - e pela amizade distante que eu tinha com nosso Senhor. Eu finalmente havia percebido que, mesmo como médico, eu não entendia a verdadeira causa da morte de Jesus. Os escritores do evangelho não nos ajudam muito com este ponto, porque a crucificação era tão comum naquele tempo que, aparentemente, acharam que uma descrição detalhada seria desnecessária. Por isso só temos as palavras concisas dos evangelistas “Então, Pilatos, após mandar açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado.”
Eu não tenho nenhuma competência para discutir o infinito sofrimento psíquico e espiritual do Deus Encarnado que paga pelos pecados do homem caído. Mas parecia a mim que como um médico eu poderia procurar de forma mais detalhada os aspectos fisiológicos e anatômicos da paixão de nosso Senhor. O que foi que o corpo de Jesus de Nazaré de fato suportou durante essas horas de tortura?
 
Dados históricos
 
Isto me levou primeiro a um estudo da prática de crucificação, quer dizer, tortura e execução por fixação numa cruz. Eu estou endividado a muitos que estudaram este assunto no passado, e especialmente para um colega contemporâneo, Dr. Pierre Barbet, um cirurgião francês que fez uma pesquisa histórica e experimental exaustiva e escreveu extensivamente no assunto.
Aparentemente, a primeira prática conhecida de crucificação foi realizado pelos persas. Alexandre e seus generais trouxeram esta prática para o mundo mediterrâneo--para o Egito e para Cartago. Os romanos aparentemente aprenderam a prática dos cartagineses e (como quase tudo que os romanos fizeram) rapidamente desenvolveram nesta prática um grau muito alto de eficiência e habilidade. Vários autores romanos (Lívio, Cícero, Tácito) comentam a crucificação, e são descritas várias inovações, modificações, e variações na literatura antiga.
Por exemplo, a porção vertical da cruz (ou “stipes”) poderia ter o braço que cruzava (ou “patibulum”) fixado cerca de um metro debaixo de seu topo como nós geralmente pensamos na cruz latina. A forma mais comum usada no dia de nosso Senhor, porém, era a cruz “Tau”, formado como nossa letra “T”. Nesta cruz o patibulum era fixado ao topo do stipes. Há evidência arqueológica que foi neste tipo de cruz que Jesus foi crucificado. Sem qualquer prova histórica ou bíblica, pintores Medievais e da Renascença nos deram o retrato de Cristo levando a cruz inteira. Mas o poste vertical, ou stipes, geralmente era fixado permanentemente no chão no local de execução. O homem condenado foi forçado a levar o patibulum, pesando aproximadamente 50 quilos, da prisão para o lugar de execução.
Muitos dos pintores e a maioria dos escultores de crucificação, também mostram os cravos passados pelas palmas. Contos romanos históricos e trabalho experimental estabeleceram que os cravos foram colocados entre os ossos pequenos dos pulsos (radial e ulna) e não pelas palmas. Cravos colocados pelas palmas sairiam por entre os dedos se o corpo fosse forçado a se apoiar neles. O equívoco pode ter ocorrido por uma interpretação errada das palavras de Jesus para Tomé, “vê as minhas mãos”. Anatomistas, modernos e antigos, sempre consideraram o pulso como parte da mão.
Um titulus, ou pequena placa, declarando o crime da vítima normalmente era colocado num mastro, levado à frente da procissão da prisão, e depois pregado à cruz de forma que estendia sobre a cabeça. Este sinal com seu mastro pregado ao topo teria dado à cruz um pouco da forma característica da cruz latina.
 
O suor como gotas de sangue
 
O sofrimento físico de Jesus começou no Getsêmani. Em Lucas diz: "E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra." (Lc 22:44) Todos os truques têm sido usados por escolas modernas para explicarem esta fase, aparentemente seguindo a impressão que isto não podia acontecer. No entanto, consegue-se muito consultando a literatura médica. Apesar de muito raro, o fenômeno de suor de sangue é bem documentado. Sujeito a um stress emocional, finos capilares nas glândulas sudoríparas podem se romper, misturando assim o sangue com o suor. Este processo poderia causar fraqueza e choque. Atenção médica é necessária para prevenir hipotermia.
Após a prisão no meio da noite, Jesus foi levado ao Sinédrio e Caifás o sumo sacerdote, onde sofreu o primeiro traumatismo físico. Jesus foi esbofeteado na face por um soldado, por manter-se em silêncio ao ser interrogado por Caifás. Os soldados do palácio tamparam seus olhos e zombaram dele, pedindo para que identificasse quem o estava batendo, e esbofeteavam a Sua face.
A condenação
De manhã cedo, Jesus, surrado e com hematomas, desidratado, e exausto por não dormir, é levado ao Pretório da Fortaleza Antônia, o centro de governo do Procurador da Judéia, Pôncio Pilatos. Você deve já conhecer a tentativa de Pilatos de passar a responsabilidade para Herodes Antipas, tetrarca da Judéia. Aparentemente, Jesus não sofreu maus tratos nas mãos de Herodes e foi devolvido a Pilatos. Foi em resposta aos gritos da multidão que Pilatos ordenou que Bar-Abbas fosse solto e condenou Jesus ao açoite e à crucificação.
Há muita diferença de opinião entre autoridades sobre o fato incomum de Jesus ser açoitado como um prelúdio à crucificação. A maioria dos escritores romanos deste período não associam os dois. Muitos peritos acreditam que Pilatos originalmente mandou que Jesus fosse açoitado como o castigo completo dele. A pena de morte através de crucificação só viria em resposta à acusação da multidão de que o Procurador não estava defendendo César corretamente contra este pretendente que supostamente reivindicou ser o Rei dos judeus.
Os preparativos para as chicotadas foram realizados quando o prisioneiro era despido de suas roupas, e suas mãos amarradas a um poste, acima de sua cabeça. É duvidoso se os Romanos teriam seguido as leis judaicas quanto às chicotadas. Os judeus tinham uma lei antiga que proibia mais de 40 (quarenta) chicotadas.
 
O açoite
 
O soldado romano dá um passo a frente com o flagrum (açoite) em sua mão. Este é um chicote com várias tiras pesadas de couro com duas pequenas bolas de chumbo amarradas nas pontas de cada tira. O pesado chicote é batido com toda força contra os ombros, costas e pernas de Jesus. Primeiramente as pesadas tiras de couro cortam apenas a pele. Então, conforme as chicotadas continuam, elas cortam os tecidos debaixo da pele, rompendo os capilares e veias da pele, causando marcas de sangue, e finalmente, hemorragia arterial de vasos da musculatura.
As pequenas bolas de chumbo primeiramente produzem grandes, profundos hematomas, que se rompem com as subseqüentes chicotadas. Finalmente, a pele das costas está pendurada em tiras e toda a área está uma irreconhecível massa de tecido ensangüentado. Quando é determinado, pelo centurião responsável, que o prisioneiro está a beira da morte, então o espancamento é encerrado.
Então, Jesus, quase desmaiando é desamarrado, e lhe é permitido cair no pavimento de pedra, molhado com Seu próprio sangue. Os soldados romanos vêm uma grande piada neste Judeu, que se dizia ser o Rei. Eles atiram um manto sobre os seus ombros e colocam um pau em suas mãos, como um cetro. Eles ainda precisam de uma coroa para completar a cena. Um pequeno galho flexível, coberto de longos espinhos é enrolado em forma de uma coroa e pressionado sobre Sua cabeça. Novamente, há uma intensa hemorragia (o couro do crânio é uma das regiões mais irrigadas do nosso corpo).
Após zombarem dele, e baterem em sua face, tiram o pau de suas mãos e batem em sua cabeça, fazendo com que os espinhos se aprofundem em sua cabeça. Finalmente, cansado de seu sádico esporte, o manto é retirado de suas costas. O manto, por sua vez, já havia aderido ao sangue e grudado nas feridas. Como em uma descuidada remoção de uma atadura cirúrgica, sua retirada causa dor toturante. As feridas começam a sangrar como se ele estivesse apanhando outra vez.

A cruz
Em respeito ao costume dos judeus, os romanos devolvem a roupa de Jesus. A pesada barra horizontal da cruz á amarrada sobre seus ombros, e a procissão do Cristo condenado, dois ladrões e o destacamento dos soldados romanos para a execução, encabeçado por um centurião, começa a vagarosa jornada até o Gólgota. Apesar do esforço de andar ereto, o peso da madeira somado ao choque produzido pela grande perda de sangue, é demais para ele. Ele tropeça e cai. As lascas da madeira áspera rasgam a pele dilacerada e os músculos de seus ombros. Ele tenta se levantar, mas os músculos humanos já chegaram ao seu limite.
O centurião, ansioso para realizar a crucificação, escolhe um observador norte-africano, Simão, um Cirineu, para carregar a cruz. Jesus segue ainda sangrando, com o suor frio de choque. A jornada de mais de 800 metros da fortaleza Antônia até Gólgota é então completada. O prisioneiro é despido - exceto por um pedaço de pano que era permitido aos judeus.
 
A crucificação
 
A crucificação começa: Jesus é oferecido vinho com mirra, um leve analgésico. Jesus se recusa a beber. Simão é ordenado a colocar a barra no chão e Jesus é rapidamente jogado de costas, com seus ombros contra a madeira. O legionário procura a depressão entre os osso de seu pulso. Ele bate um pesado cravo de ferro quadrado que traspassa o pulso de Jesus, entrando na madeira. Rapidamente ele se move para o outro lado e repete a mesma ação, tomando o cuidado de não esticar os ombros demais, para possibilitar alguma flexão e movimento. A barra da cruz é então levantada e colocado em cima do poste, e sobre o topo é pregada a inscrição onde se lê: "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus".
O pé esquerdo agora é empurrado para trás contra o pé direito, e com ambos os pés estendidos, dedos dos pés para baixo, um cravo é batido atraves deles, deixando os joelhos dobrados moderadamente. A vítima agora é crucificada. Enquanto ele cai para baixo aos poucos, com mais peso nos cravos nos pulsos a dor insuportável corre pelos dedos e para cima dos braços para explodir no cérebro – os cravos nos pulsos estão pondo pressão nos nervos medianos. Quando ele se empurra para cima para evitar este tormento de alongamento, ele coloca seu peso inteiro no cravo que passa pelos pés. Novamente há a agonia queimando do cravo que rasga pelos nervos entre os ossos dos pés.
Neste ponto, outro fenômeno ocorre. Enquanto os braços se cansam, grandes ondas de cãibras percorrem seus músculos, causando intensa dor. Com estas cãibras, vem a dificuldade de empurrar-se para cima. Pendurado por seus braços, os músculos peitorais ficam paralisados, e o músculos intercostais incapazes de agir. O ar pode ser aspirado pelos pulmões, mas não pode ser expirado. Jesus luta para se levantar a fim de fazer uma respiração. Finalmente, dióxido de carbono é acumulado nos pulmões e no sangue, e as cãibras diminuem. Esporadicamente, ele é capaz de se levantar e expirar e inspirar o oxigênio vital. Sem dúvida, foi durante este período que Jesus consegui falar as sete frases registradas:
Jesus olhando para os soldados romanos, lançando sorte sobre suas vestes disse:

"Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. " (Lucas 23:34)

Ao ladrão arrependido, Jesus disse:

"Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso." (Lucas 23:43)

Olhando para baixo para Maria, sua mãe, Jesus disse: “Mulher, eis aí teu filho.” E ao atemorizado e quebrantado adolescente João, “Eis aí tua mãe.” (João 19:26-27)
O próximo clamor veio do início do Salmo 22, “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”
Ele passa horas de dor sem limite, ciclos de contorção, câimbras nas juntas, asfixia intermitente e parcial, intensa dor por causa das lascas enfiadas nos tecidos de suas costas dilaceradas, conforme ele se levanta contra o poste da cruz. Então outra dor agonizante começa. Uma profunda dor no peito, enquanto seu pericárdio se enche de um líquido que comprime o coração.
Lembramos o Salmo 22 versículo 14 “Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim.”
Agora está quase acabado - a perda de líquidos dos tecidos atinge um nível crítico - o coração comprimido se esforça para bombear o sangue grosso e pesado aos tecidos - os pulmões torturados tentam tomar pequenos golpes de ar. Os tecidos, marcados pela desidratação, mandam seus estímulos para o cérebro.
Jesus clama “Tenho sede!” (João 19:28)
Lembramos outro versículo do profético Salmo 22 “Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte.”
Uma esponja molhada em “posca”, o vinho azedo que era a bebida dos soldados romanos, é levantada aos seus lábios. Ele, aparentemente, não toma este líquido. O corpo de Jesus chega ao extremo, e ele pode sentir o calafrio da morte passando sobre seu corpo. Este acontecimento traz as suas próximas palavras - provavelmente, um pouco mais que um torturado suspiro “Está consumado!”. (João 19:30)
Sua missão de sacrifício está concluída. Finalmente, ele pode permitir o seu corpo morrer.
Com um último esforço, ele mais uma vez pressiona o seu peso sobre os pés contra o cravo, estica as suas pernas, respira fundo e grita seu último clamor: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!” (Lucas 23:46).
O resto você sabe. Para não profanar a Páscoa, os judeus pediam para que o réus fossem despachados e removidos das cruzes. O método comum de terminar uma crucificação era por crucificatura, quebrando os ossos das pernas. Isto impedia que a vítima se levantasse, e assim eles não podiam aliviar a tensão dos músculos do peito e logo sufocaram. As pernas dos dois ladrões foram quebradas, mas, quando os soldados chegaram a Jesus viram que não era necessário.
 
Conclusão
 
Aparentemente, para ter certeza da morte, um soldado traspassou sua lança entre o quinto espaço das costelas, enfiado para cima em direção ao pericárdio, até o coração. O verso 34 do capítulo 19 do evangelho de João diz: "E imediatamente verteu sangue e água." Isto era saída de fluido do saco que recobre o coração, e o sangue do interior do coração. Nós, portanto, concluímos que nosso Senhor morreu, não de asfixia, mas de um enfarte de coração, causado por choque e constrição do coração por fluidos no pericárdio.
Assim nós tivemos nosso olhar rápido – inclusive a evidência médica – daquele epítome de maldade que o homem exibiu para com o Homem e para com Deus. Foi uma visão terrível, e mais que suficiente para nos deixar desesperados e deprimidos. Como podemos ser gratos que nós temos o grande capítulo subseqüente da clemência infinita de Deus para com o homem – o milagre da expiação e a expectativa da manhã triunfante da Páscoa.


C. Truman Davis é um Oftalmologista nacionalmente respeitado, vice-presidente da Associação Americana de Oftalmologia, e uma figura ativa no movimento de escolas Cristãs. Ele é o fundador e presidente do excelente Trinity Christian School em Mesa, Arizona, e um docente do Grove City College.

TRÊS PASSOS, PARA RECEBER UM GENUINO AVIVAMENTO



Texto; Oseias 14.1-3

O livro do profeta OSEIAS foi escrito na palestina por volta do ano 781 – 711 Ac.

A mensagem principal deste livro e o ARREPENDIMENTO.
Isto é: No original a palavra, arrependimento quer dizer mudança de atitude, ou seja, atitude contrária, ou oposta, àquela tomada anteriormente... Este arrependimento e um convite feito aos rebeldes para que se voltem para Deus ou sofram as consequências do pecado.

O SENHOR usou o ministério do profeta OSEIAS para falar com Israel, sendo que, por meio dos problemas domésticos do profeta sairia à mensagem de amor e exortação ao povo de Deus, obedecendo a ás orientações do SENHOR, Oseias toma por uma mulher, esposa, uma mulher de prostituições chamada Gomer, ao assumi-la como sua esposa o profeta estava instantaneamente dizendo a Israel; Que uma mulher de prostituição representa a condição do povo escolhido, quando Deus o chamou e desposou com ela (Israel), levando-a um relacionamento de aliança como seu povo. 
O casamento é uma feliz celebração do amor, é i santo mistério de duas pessoas que se tornam uma, o inicio de uma vida em comum e de compromissos leais, este mistério do CASAMENTO, ilustra o relacionamento de DEUS com o seu povo. 
Portando, não pode existir tragédia maior do que a violação destes votos sagrados.


·      Seu nome significa “SALVAÇÃO”.
·      Foi contemporâneo do profeta Amós, ambos são os únicos profetas do AT, cujo ministério foi dedicado inteiramente ao reino norte.
·      No período em que Deus levantou Oseias, Israel desfrutava de uma temporária prosperidade econômica e paz política.

A profecia de Oseias foi á última tentativa de DEUS para levar Israel a arrepende-se de sua idolatria e iniquidade persistente.
 
 
1.2  - O profeta teve três filhos, os quais receberam nomes que representava a situação de Israel aos olhos de Deus;

·         1º Filho chamou de JEZREEL, Significa “DEUS ESPALHA” OU “SEMEARÁ”.
·         2º Filho chamou de LO-AMI, Significa “NÃO E O MEU POVO”.
·         2º Filho chamou de LO-RUAMA, Significa “NÃO COMPADECIDA” “SEM COMPAIXÃO”.

“Estes significados eram os sentimentos de Deus, pela situação espiritual que o seu povo estava vivendo, afinal precisavam de um AVIVAMENTO URGENTE, e você precisa”?

2.1 Então vejamos os três passos para alcançar este avivamento em nossas vidas;

A) A mensagem de Deus para quem está em busca de avivamento é; Converta-te, ó Israel, Converta-te, ó Homem... Deus está dizendo volte para mim.

Deus trilha caminhos para chegarmos mais próximo dele, para ter oportunidade de falar em particular no íntimo do coração do homem, leia; Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração. Oséias 2:14
Lembre-se; “Deserto e a escola de Deus”.

Levanta-te, porque pelos teus pecados vós estais caídos... Oseias 14.1
“Levantar-se e o primeiro passo, é isto depende inteiramente de nós”.

B) O arrependimento e o segundo passo, Deus está esperando o nosso arrependimento, ele diz; Irei e voltarei ao meu lugar, até que se reconheçam culpados e busquem a minha face; estando eles angustiados, de madrugada me buscarão. Oséias 5:15

“Irei e voltarei ao meu lugar” Em seu trono ele está à espera de um coração quebrantado e contrito, o desejo de Deus e avivar a sua alma.
Ele simplesmente quer que tornemos a ele, como Israel disse;

Vinde, e tornemos ao SENHOR, porque ele despedaçou, e nos sarará; feriu, e nos atará a ferida.
Oséias 6:,1

“Vinde, e tornemos ao SENHOR”... Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.
.
“Conhecer a Deus e ir mais além, e entender o seu propósito receber no tempo certo o avivamento vindo dos céus como a chuva serôdia que caia durante as primeiras semanas da primavera antes da colheita, ela era necessária para fazer com que a plantação amadurecesse para a colheita, representa o derramamento do Espírito Santo que se manifestará nos últimos dias da história deste mundo e irá preparar a terra para a colheita que CRISTO, Isto é; Verdadeiro Avivamento.” 

C) O terceiro passo é reconhecer que já e o tempo de buscar ao Senhor, O DEUS DO AVIVAMENTO;
Semeai para vós em justiça, ceifai segundo a misericórdia; lavrai o campo de lavoura; porque é tempo de buscar ao Senhor, até que venha e chova a justiça sobre vós”. Oséias 10:12

Semeai”... “ceifai”... E tempo de plantar e colher bençãos celestiais, tempo de avivamento, de chuva de poder, de milagres. Após o avivamento, nossa vida nunca mais e a mesma...

... O louvor torna-se ungido;
... A oração e mais fervorosa;
... A pregação vem do céu;
... Os enfermos são curados;
... Os oprimidos são libertos;
... O chamado é capacitado;
... E a DEUS e dado o perfeito louvor.

Tomai convosco palavras, e convertei-vos ao Senhor; dizei-lhe: Tira toda a iniqüidade, e aceita o que é bom; e ofereceremos como novilhos os sacrifícios dos nossos lábios. Oséias 14:2


Vila Velha – ES, 11 de Junho de 2018 ás 12:56
Evangelista Jasson Herculano

Orando e Vivendo Segundo a Vontade de DEUS - Oração de Agur e Jabez.

E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições  que lhe fizemos. 1º João 5: 14-15.




Introdução: O Apóstolo Paulo escreveu algo semelhante ao que escrito no texto da epístola do Apóstolo João Afirma Paulo; Orai sem cessar.
Ambos estão enfatizando que a oração e uma arma poderosa, através da ORAÇÃO o Cristão se torna grato, entende que Deus em nenhum momento deseja o nosso mal, e preciso ter confiança, pois Deus está atento ouvindo nossas orações.

Orar e entender qual e a vontade de Deus em nossas vidas e muito importante, pois se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade ele nós ouve e se nós ouve em tudo que pedimos, por que dúvida?

Jesus Cristo disse; E, tudo o que pedirdes em oração, crendo, o recebereisMateus 21:22
"Oração e fé andam juntas, lado ao lado, não a fé sem oração, não a Oração sem fé" J.Herculano

1) Se Deus realmente está me ouvindo como devo proceder:

1.1) Existe um personagem Bíblico pouco conhecido entre os Cristãos, seu nome e AGUR cujo nome significa; Compilador ou Aquele que reúne provérbios. Ele foi o segundo escrito do livro de provérbios, autor do capitulo trinta, sua vida e um exemplo de temor, um exemplo de pessoa que se preocupou em: Orar e Viver Segundo a Vontade de DEUS.

1.2) Ele e o segundo escritor do livro de provérbios, Agur cujo nome significa; Compilador ou Aquele que reúne provérbios. Salomão foi autor de 3.000 provérbios e Lemuel que conforme comentaristas bíblicos, escreveu os belos 21 versículos em elogia a sua sábia mãe, a mulher virtuosa.

"Aqueles que almejam que suas orações alcance o trono de Deus, faça como este homem que alcançou o testemunho de fé pela sua sabedoria ao fazer uma oração simples, mas com confiança, priorizando a supremacia de Deus acima de tudo."

Deus dá sabedoria para todos e só pedir, leia: 
E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte. Tiago 1:5-6

A ORAÇÃO DE AGUR; DUAS COISAS TE PEDI......

2) Agur escreve ao seu sábio amigo Etiel, em suas palavras ele declara que não e nada perante os homens, pois maior e aquele que estabeleceu todas as extremidades da terra e criou os céus. 

2.1) Não me deixe RICO; Não mim dês nem a POBREZA nem a RIQUEZA, para que, porventura, de farto te não negue e diga; quem é o SENHOR, assim seria a geração dos ricos que não temem há Deus, cujos olhos são altivos e cujas pálpebras são levantadas para cima. 

2.2) Não me deixe POBRE; Ou que, empobrecendo, venham a furtar e lance mão do nome de Deus, pois também havia uma geração que é pura aos seus olhos e que nunca foi lavada da sua imundícia. 

Duas coisas te pedi; não mas negues, antes que morra: Afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção de costume; Para que, porventura, estando farto não te negue, e venha a dizer: Quem é o Senhor? ou que, empobrecendo, não venha a furtar, e tome o nome de Deus em vão. Provérbios 30:7-9       

A ORAÇÃO DE JABEZ; QUATRO COISAS TE PEDI......


“Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: Porque com dores o dei à luz. Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Oh! Que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição! E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido”.
1 Cronicas 4: 9 -10

Neste capitulo de Crônicas o autor está escrevendo a Genealogia dos membros da tribo de Juda, a lista de chamada dos membros continua como se nada tivesse acontecido:

Quelube, irmão de Suá, gerou a Meir...

Havia alguma coisa especial neste homem que foi capaz de levar o historiador a fazer uma pausa nos escritos, pensar e dizer;

“Ei, espere um pouco. Você precisa saber algumas coisas sobre este homem chamado Jabez. Ele está muito acima do resto!”.

Qual foi o segredo da reputação duradoura de Jabez?

• As coisas começaram mal para uma pessoa que ninguém conhecia.
• Ele fez uma ORAÇÃO comum, de apenas uma frase.
• Tudo acabou excepcionalmente bem para ele.

Está claro que o resultado pode ser atribuído a sua oração.
Alguma coisa presente no pedido simples e direto que Jabez fez a Deus mudou sua vida e deixou uma marca permanente;

“Oh! Que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição”.

À primeira vista, os quatro pedidos podem ser considerados sinceros, sensíveis, até mesmo nobres, mas jamais seriam chamados de notáveis.
Abaixo da superfície, porém, está um poder enorme, um novo e poderoso paradigma que corre contrário à nossa maneira comum de pensar.

Meu amigo, Deus lhe reserva uma enorme quantidade de bênçãos não pedidas. Sei que isso parece impossível – até mesmo um pouco suspeito nestes dias de tanto egocentrismo. Mas é justamente está dinâmica.
Seu anseio pela plenitude que vem de Deus – que tem sido a eterna vontade do Pai para sua vida desde o início dos tempos.
Se, de sua parte, você cumprir uma série de compromissos fundamentais, então poderá caminhar, doravante, com confiança e expectativa de que nosso Pai celestial realizará todas estas coisas.

Em vez de ficar esperando à beira do rio, pedindo um copo com água para conseguir viver cada dia, você vai fazer algo impensável:
Vai pegar a pequena oração da grande recompensa e vai mergulhar no rio!

A partir deste momento, você permitirá que as correntezas amorosas da graça e do poder de Deus o envolvam e carreguem para a vida que ele preparou para você, uma vida profundamente significativa e gratificante.


sexta-feira, junho 29, 2018

Chamados, Eleitos e Conservados por "Jesus Cristo”

Que a graça e a paz de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo vós sejam multiplicadas neste dia.
Texto: Judas, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago, aos chamados, santificados em Deus Pai, e conservados por Jesus Cristo - Judas 1.
A pequena epístola de Judas, no qual foi extraído este texto e um dos livros da Bíblia menos explorada pelo povo cristão. Talvez porque o nome Judas leva-nós a lembra de Judas Iscariote que traiu a Jesus Cristo por 30 moedas de prata!
O autor desta epístola e um humilde servo que apesar de ter direito a toda honraria não usurpou dela para se vangloriar, assim como fez o seu irmão Messias "Jesus Cristo".
Isto mesmo; Judas e irmão de Tiago, e só existe um Judas na bíblia que e chamado; filho do carpinteiro! Sua mãe se chama Maria, e seus irmãos, Tiago, e José, e Simão, e Jesus.(Mt 13.55)
Assim como para todos nós que somos os gentios, que ás vezes encontramos certas dificuldades para ás pessoas aceitarem o evangelho de Cristo, para Judas e seus irmãos, era muito estranho ver aquele que comia com eles, dormia na mesma casa, passava pelos mesmos problemas e ao mesmo tempo se declarava filho de Deus e não de José, está experiências peculiar que Judas teve, levou-o a uma grande transformação de vida após acompanhar a morte e ressurreição de Cristo, conforme descrito em 1º Co 15.6 que diz; Depois, foi visto por Tiago, depois, por todos os apóstolos. Este Tiago e o irmão de Judas e meio irmão de Cristo Jesus nosso senhor.
A mensagem que compõe a epístola é rica, prazerosa e com um conteúdo inigualável escrita por alguém que sabe o valor da comum salvação que foi dada aos santos.
Meu querido irmão! reconheça que você foi chamado por Deus para serdes de Cristo, (Rm 1.8; 9.26; 1º Pe 2.21)
Reconheça que você foi eleito, Isto é; Santificado em Deus e nada poderá retirar de ti este selo de autenticação que e maior prova que o Senhor nós amou primeiro. ( 1º Jo 4.19)
E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. 1º Ts 5.23
Que o Senhor lhes abençoe,
Saudações em Cristo Jesus!
Evangelista Jasson Herculano

Prezados (as) leitores, bom dia!

Graça e Paz, amados! Venho por meio deste, informar que a partir do Mês de Agosto de 2018 .  Os sermões, estudos, agenda e demais ...