sábado, março 07, 2015

Será mesmo o fim? Cientistas apontam motivos para você acreditar que o mundo pode acabar a qualquer momento!

Mudanças climáticas, catástrofes, bombas nucleares, asteroides, doenças, inteligência artificial e colapso da economia podem exterminar a humanidade.

O mundo pode acabar quando você menos esperar

O tal "fim do mundo" é mostrado em filmes de ficção científica há anos. O que a maioria das pessoas não sabe é que existem pesquisadores da Universidade de Oxford (Inglaterra), uma das mais respeitadas do mundo, que realmente acreditam e estudam as possíveis causas para o fim da humanidade. Um relatório feito pelo Instituto Futuro da Humanidade em parceria com a Fundação Global Challenges, os pesquisadores apontam dez formas mais prováveis para a catástrofe. 
Bombas nucleares
A Segunda Guerra Mundial comprovou a capacidade de destruição da energia nuclear. Por este motivo, os cientistas não podem descartar a possibilidade de que esse tipo de armamento seja usado em conflitos, desencadeando uma reação em cadeia que pode acabar com a vida no planeta.
Asteroides
Apesar da probabilidade pequena, os cientistas apontam que o poder de destruição de uma rocha gigante écomparável ao de uma bomba atômica. Por esse motivo, é preciso levar em consideração a possibilidade de um asteroide trazer o fim do mundo para a humanidade. A Nasa conta com uma série de iniciativas para identificar potenciais riscos e tomar uma ação preventiva, mas a verdade é que o tempo de reação seria bem pequeno.
Mudança climática
Cientistas apontam que seria necessária uma união entre vários países do mundo para que a mudança do clima na Terra seja revertida. Além disso, há uma grande possibilidade de que a mudança de temperatura no planeta gere uma onda de fome e imigração - levando a uma série de instabilidades no globo.
Doenças
Uma pandemia global também é uma possibilidade para um possível fim do mundo. Os cientistas alertam que uma epidemia pode se espalhar antes que uma vacina ou tratamento seja desenvolvido. Por isso, há um risco grande de que um vírus ou outra doença possa acabar com a vida humana no planeta.
Colapso dos ecossistemas
Outro ponto que pode colocar a humanidade em perigo é a possibilidade de que as alterações humanas coloquem em risco todo o ecossistema do planeta. A falta de políticas sustentáveis combinada com a exploração de recursos finitos pode levar ao colapso de todo o planeta, levando os seres humanos junto.
O perigo dos vulcões
O poder de destruição dos vulcões é comparado ao de uma guerra nuclear pelos cientistas. Além das erupções acabarem com tudo a sua volta, a nuvem de poeira de um vulcão gigante - como os que existem ao redor do mundo - poderia causar um inverno global ao bloquear os raios solares.
Inteligência artificial
Uma série de cientistas já apontaram suas desconfianças quanto aos perigos da inteligência artificial. Nomes como o físico Stephen Hawking já se pronunciaram sobre o assunto. Um eventual "domínio das máquinas" pode fazer com que os computadores não considerem mais os seres humanos como algo relevante para a manutenção do globo à medida que vão ficando mais inteligentes e autônomos.
Nanotecnologia
Um dos problemas da nanotecnologia é que ainda não é possível prever o que será feito com esse tipo de tecnologia. A criação de armas com precisão na casa dos átomos é algo que assusta os cientistas. Além disso, há a possibilidade de criação de computadores em nível celular, o que é bastante perigos para a humanidade.
Caos global
A própria organização social do planeta pode entrar em colapso, segundo os cientistas. O caos social pode ser um dos motivos para o fim do mundo. Problemas econômicos podem gerar agitações sociais e fazerem com que a ordem global seja substituída por uma "Terra de ninguém". Desta forma, apontam os cientistas, pode haver a possibilidade dos seres humanos chegarem a uma extinção em massa.
Medo do desconhecido
Os cientistas de Oxford ainda apontam que uma causa desconhecida e totalmente inusitada pode levar o mundo ao fim, sem qualquer tipo de alerta ou aviso. A própria busca por alienígenas é considerada um erro por diversos cientistas do mundo, já que o contato com outra raça poderia resultar na escravização ou extinção da humanidade.
Com informações do Portal R7


quarta-feira, novembro 19, 2014

quinta-feira, novembro 13, 2014

O BATISMO DO FOGO


Texto : E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo. Mateus 3:11

Todos nós conhecemos diversas formas de batismos. Mas há um melhor – o do Espírito Santo – comparado com o fogo. Apoc. 4:5.

O que significa isso? O que diz a Bíblia que o fogo faz?
O que aconteceu com os discípulos no Pentecostes?
A promessa ainda é para nós e nossos filhos,

I – O fogo refina e purifica.
1. A água limpa o exterior; o fogo, o interior.
2. As imundícies exteriores de nossas vidas podem ser removidas Por uma reforma, mas o pecado, o mal interior do coração, só pode ser extirpado pelo batismo do Espírito Santo.

II – O fogo consome - Eze. 24:4-11.
1. Precisamos queimar o nosso amor pelo dinheiro, pelo mundo, nosso desejo de aplausos dos homens, nosso temor dos homens, nossa ambição, gênio etc.
2. A jovem batizada que amava o mundo e era egoísta e que foi transformada num momento, sendo depois uma boa missionária na África do Sul.
3. Muitas esposas e esposos necessitam de tal batismo para poderem ganhar os seus.

III – O fogo ilumina – Toda luz vem do fogo.
1. O batismo do Espírito Santo fará mais para livrar os homens da heresia do que uma educação teológica.
2. O batismo do fogo faz da Bíblia um livro com uma revelação em cada página.

IV – O fogo aquece.
1.     O ferro, como é antes e depois de ter entrado em contato com o
2.     fogo.
2. É uma grande necessidade hoje, para os ministros e membros – amor. Amor para com os perdidos, para com os irmãos e para com a causa de Deus.
3. Muitas vezes só conseguimos convencer o intelecto do pecador, mas não sua necessidade espiritual, porque não temos sido batizados pelo Espírito Santo.

V – O fogo produz energia, trabalho.
1. A máquina só funciona se tiver fogo ou calor.
2. Às vezes são grandes igrejas com muitos aparatos, mas mortas, porque o fogo do Espírito Santo não foi recebido por seus membros, daí não produzirem energia.
3. O cristão que tenha recebido o batismo do Espírito Santo produzirá muito trabalho para a causa do Senhor. Exemplo dos apóstolos.

VI – O fogo se espalha.
1. Exemplo do fogo no estábulo causado pela queda do lampião.
2. O efeito do batismo do Espírito Santo sobre os apóstolos produziu a propagação do Evangelho.
3. Se temos recebido o batismo do Espírito Santo devemos sair a propagar a Verdade aos perdidos, com os meios que estiverem ao nosso alcance.
A exortação apostólica: I Cor. 15 58; Zac, 1:10.


A SUPREMACIA DO AMOR (ESBOÇO)


TEXTO: I Cor. 13:1

I – A Vida Transcendente.
l. Um caminho mais excelente. - I Cor. 12:31; 13:1.
2. O agente divino. - Gal. 5:22-23.
3. A voz do amor para a edificação. - I Cor. 13:1; 14:7-12.

II – O Amor Satura os Dons.
1. O elemento essencial nos dons espirituais. - I Cor. 13:2.
2. O dom supremo. - I Cor. 14:1-4.
3. O dom de profecia. - Amós 3:7.
4. A fonte e a importância do dom da sabedoria. – Prov. 4:7-9; 9:10; Oséias 4:6.
5. O dom da fé. - Heb. 11:1-6.
6. A fé eficaz. - S. Mat, 17:14-21; Gal. 5:6.
III – A Supremacia do Amor.
1. Nas boas obras. - I Cor. 13:3 pp.; Mat. 6:1-4.
2. No martírio. - I Cor. 13:3 ú.p.
a) Este texto indica a possibilidade de sofrer martírio por motivos menos dignos, como sejam o amor-próprio, o orgulho de opinião, a insubordinação.
3. A suprema manifestação do amor. - João 15:12-13; Rom. 5:7-8.

O CARÁTER DO AMOR - Tiago 3:17

I – O Espírito de Longanimidade.
1. O amor é sofredor. - I Cor. 13:4 pp.
a) O amor é paciente e bondoso.
2. A longanimidade é um dos frutos do Espírito. - Gal. 5:22.
a) Longanimidade significa grandeza de ânimo. Disposição natural do ânimo para suportar com serenidade e resignação as contrariedades, insultos, vexames e ofensas, sem procurar vingança ou retribuição.
3. Um atributo de Deus. - Ex. 34:6; Sal. 86:15.
4. Leva ao arrependimento. - Rom. 2:4.

II – O Espírito de Bondade.
1. O amor é benigno, paciente. - I Cor. 13:4; Gal. 5 :22.
2. A benignidade divina. - Sal. 17:7; 36:7; Jer. 31:3.
a) O espírito benévolo e gentil de Jacó. - Gên. 33:14.
3. Brandura, o segredo da grandeza. - II Sam. 22:36.

III – O Amor não Inveja.
1. O amor não é invejoso. - I Cor. 13:4.
2. O efeito devastador da inveja. - Prov. 27:4.
3. Confronto entre a inveja e o amor. - Cant. 8:6-7.
a) A inveja é uma das mais satânicas características que podem existir no coração humano.
b) A inveja é uma das obras da carne. - Gal. 5:19-21

segunda-feira, setembro 08, 2014

Não apagueis o Espírito Santo


INTRODUÇÃO- O Espírito Santo é o bem mais precioso que a Igreja possui aqui na Terra. Jesus prometeu enviá-Lo logo após a sua ascensão ao céu (Jo 14.26; 16.7-14), e isso ocorreu no dia de pentecoste e a partir daquele dia a Igreja não foi mais a mesma. Existem hoje muitas igrejas prósperas materialmente falando, com suntuosos templos, patrimônios e etc. Mas nada disso pode substituir a presença maravilhosa do Espírito Santo. Infelizmente, notamos que em muitos lugares já não se percebe nitidamente a sua presença, isto devido a alguns erros que cometemos contra a sua pessoa provocando assim o e seu afastamento como aconteceu na véspera do dilúvio, com Saul, Sansão, Davi e muitos outros. Citaremos a seguir os principais erros que podemos cometer contra a pessoa do Espírito Santo:


A)    Não crer ou negar a existência do Espírito Santo, antes disto  alguns aspectos precisam ser considerados se não houvesse o Espírito Santo:

•    Não haveria Deus, porque ‘“Deus é Espírito” Jo 4.24
•    Não haveria nada, porque tudo foi criado pelo “mover’ do Espírito Gn 1.2
•    Não haveria o homem, porque este existe e subsiste pelo “fôlego de Deus’ Gn 2.7
•    Não haveria Bíblia e nem a Palavra de Deus II Pe 1.21
•    Não haveria Jesus, pois Ele foi gerado pelo Espírito Santo Mt. 20; Lc 1.35
•    Não haveria salvação para ninguém Mt 1.21; Jo 3.5
•    Não haveria ressurreição de salvos nem vida eterna Rm 8.11

b)    Entristecer Is 63.10; Ef 4.30
c)    Mentir ao Espírito Santo At 5.3
d)    Blasfemar contra o Espírito Santo Mt 12.31-32
e)    Apagar ou extinguir o Espírito Santo, que é o tema desta mensagem, I Tess 5.19.

Veremos a seguir sete razões porque não devemos apagar o Espírito Santo

1-    PERDEMOS A NOÇÃO DO PECADO 

Jo 16.8- E, quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo.

2-    PERDEMOS A DIREÇÃO DE DEUS

Jo 16.13- ‘Mas, quando vier aquele Espírito da Verdade, Ele vos guiará em toda a verdade “...
•    Ele guia controlando o movimento dos crentes e da Igreja At 10.19-20
•    Ele guia orientando nas escolhas dos obreiros At 13.1
•    Ele direciona onde a Igreja deve atuar At 16.6

3-    FICAMOS SEM O ENSINO GENUÍNO

Jo 14.26- Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.

Ne 9.20- E deste o teu bom Espírito para ensinar; e teu maná não retiraste da sua boca; e água lhes deste na sua sede.
I Co 2.13- mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus.

I Jo 2.27- E a unção que vós recebestes dele fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis.

“ELE É O MESTRE DA IGREJA”

4-    FICAMOS SEM VIDA ESPIRITUAL E NÃO COMPREENDEMOS AS COIS DE DEUS (I Co 2.13-16)

Jo 6.63- O Espírito é o que vivifica a carne para nada aproveita. As palavras que vos disse são espírito e vida.

Rm 8.11- E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo também vivificará o vosso corpo mortal, pelo seu Espírito que em vós habita.

II Co 3.6- o qual nos fez também capazes de serem ministros dum Novo Testamento não da letra, mas do Espírito. Porque a letra mata, e o Espírito vivifica.

5-    PERDEMOS A CERTEZA DE QUE ESTAMOS EM DEUS

Rm 8.16- O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.

I Jo 3.24- E aquele que guarda os seus mandamentos nele está, e ele nele. E nisto conhecemos que ele está em nós: pelo Espírito que nos tem dado.

I Jo 4.13- Nisto conhecemos que e estamos nele, e ele em nós, pois que nos deu do seu Espírito.

6-    PERDEMOS O PODER PARA O TRABALHO ESPIRITUAL

At 1.8- Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós. E ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.

Mq 3.8- Mas, decerto, eu sou cheio da força do Espírito do Senhor e ceio de juízo e de ânimo, para anunciar a Jacó a sua transgressão e a Israel o seu pecado.

At 4.33- E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles haviam abundante graça.

7-    A IGREJA PERDE A BELEZA DOS DONS ESPIRITUAIS

I Co 12.7-11- Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil. Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pele mesmo Espírito, a fé; a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos. E a outro, a variedade de línguas. E a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas. Nas um só e o mesmo Espírito opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer.

Conclusão: Devemos a cada dia orar como Davi: “não me lances fora da tua presença e não retires de mim o teu Espírito Santo” Sl 51.11

domingo, junho 15, 2014

Atalaia - Shekinah - Ebenézer



Vigiando, Adorando e Vencendo

*********************************************************************************************************
1 Samuel 7.12
Tomou, então, Samuel uma pedra, e a pôs entre Mispa e Sem e lhe chamou EBENÉZER, e disse: “Até aqui nos ajudou o Senhor



Israel, nação eleita de Deus, sofreu muitas derrotas por perder o foco – o propósito, o objetivo maior como servos do Eterno; Dentre tantas desgraças sofridas, a desobediência a Deus lhes rendeu a perda da arca da aliança! A arca era até aqueles tempos instrumento de comunicação da shekinah (presença) de Deus. Quando Deus se manifestava, uma fumaça cobria o templo; ali havia uma reprodução da glória celeste. Olhando-a no momento da manifestação divina via-se o que Isaías tinha visto na sua visão de chamamento (Isaías 6).
A arca nas guerras era a garantia de vitória sem muito esforço; E quando a dispensavam, acreditando em suas próprias forças, eram vencidos. Nenhum homem inteligente tira Deus de sua vida. Estando com Deus, claro, iremos às guerras, mas com Ele sempre gozamos de um final feliz. Sem Deus, a perda é desastrosa.
E se a arca se for? Os hebreus viveram oprimidos quando os filisteus a levaram. E isso aconteceu por causa do pecado do povo, que os deixou vulneráveis a ataques. É o que o pecado faz na vida do cristão. É preciso vigiar, senão, o inimigo levará a shekinah de sua vida.
Renovando votos. Existem momentos em nossas vidas, que devemos renovar nossos votos com o Senhor, nos arrependendo de nossas falhas e nos voltando para Ele; Isso acontece com arrependimento: “Samuel falou ao povo: se é de todo coração que voltais ao Senhor, tirai dentre vós os deuses estranhos e os astarotes, e preparai o coração ao Senhor, e servi a Ele só, e Ele vos livrará das mãos dos filisteus” (1 Samuel 7.3)
Hora de ir à Mispa. Mispa significa atalaia (lugar de vigilância). O povo de Deus após arrepender-se e tirar o pecado é conduzido Mispa, a zelar por uma vida despojada de toda idolatria e outros pecados contra Deus.
Retaliação na vida de um adorador: é o que acontece quando estamos determinados a colocar nossas vidas integralmente na presença do Altíssimo. O diabo fica furioso. “Quando os filisteus souberam que estavam todos invocando ao Senhor em Mispa, foram contra eles...” (1 Samuel 7.7) pois sabiam do perigo ali representado. Uma vida espiritualmente estática pode deixar o inimigo satisfeito. Situações como tais estão bem explicadas aos recém convertidos por seus líderes, mas mesmo assim, poderemos temer, o que é uma reação natural. Quando Israel começou a invocar a shekinah de Deus, os inimigos subiram até Mispa para os impedir e o povo temeu. O que fazer? Decidiram continuar invocando e ofertando ao Senhor (1 Samuel 7.8). Naquele dia, enquanto cultuavam; o Senhor trovejou sobre os inimigos, fazendo dos hebreus mais uma vez, vitoriosos. Adore!
É impossível vencer quem vive na presença de Deus: Os filisteus sabiam disso, e tentaram impedir que o povo adorasse outra vez. Se você deseja restabelecer sua comunhão com Deus é preciso recomeçar bem. Somente em Mispa é possível. Somente na torre de vigilância. As perdas e derrotas do povo foram por causa da falta de vigilância. Mas quando deram conta do que necessitavam para vencer outra vez, voltaram para Deus com todas as forças e se tornaram invencíveis.
Jesus é a pedra que ajuda. Ebenézer significa 'pedra que ajuda'; esse foi o nome dado ao marco da vitória. Uma grande pedra foi erguida para que todos vissem que Deus os havia feito vencedores. E o melhor, “os filisteus foram abatidos e nunca mais voltaram ao território de Israel” (1 Samuel 7.13). Quando o inimigo tentar te assustar, lembre-se que Cristo venceu e que lhe fez mais que vencedor.
Deus quer te encontrar em Mispa para que você veja sua Shekinah e diga: Ebenézer!


Pr. Jeffson M de Almeida

quinta-feira, abril 17, 2014

LIÇÃO 03 – DONS DE REVELAÇÃO






TEXTO ÁUREO
"Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação" (1 Co 14.26).



VERDADE PRÁTICA
Os dons de revelação divina são indispensáveis à igreja da atualidade, pois vivemos em um tempo marcado pelo engano




INTRODUÇÃO
O teólogo pentecostal Stanley Horton afirma que "a maioria dos estudiosos classifica os dons de 1 Coríntios 12.8-10 em três categorias: revelação, poder e expressão, [tendo] três dons em cada categoria". Na lição desta semana estudaremos a respeito dos dons da "primeira categoria": os de revelação. Estes são concedidos aos servos de Deus para o aconselhamento e orientação da Igreja do Senhor.    

I - PALAVRA DA SABEDORIA


1. Conceito. O termo palavra exprime uma manifestação verbal ou escrita. Segundo o Dicionário Eletrônico Houaiss, sabedoria significa "discernimento inspirado nas coisas sobrenaturais e humanas". A sabedoria abordada pelo apóstolo Paulo em 1 Coríntios 12.8a refere-se a uma capacitação divina sobrenatural para tomada de decisões sábias e em circunstâncias extremas e difíceis. De acordo com Estêvam Ângelo de Souza, "a palavra da sabedoria é a sabedoria de Deus, ou, mais especificamente, um fragmento da sabedoria divina, que nos é dada por meios sobrenaturais".

2. A Bíblia e a palavra de sabedoria. Embora na Antiga Aliança os dons espirituais não fossem plena e claramente evidenciados como na Nova, alguns episódios do Antigo Testamento vislumbram o quanto Deus conferia aos homens sabedoria do alto para executar tarefas ou tomar decisões. Um exemplo disso é a revelação e a interpretação dos sonhos de Faraó através de José, o filho de Jacó (Gn 41.14-41). Ele não apenas interpretou os sonhos de Faraó, mas trouxe orientações sábias para que o Egito se preparasse para o período de fome que estava para vir. A habilidade do rei Salomão em resolver causas complexas, igualmente, é um admirável exemplo de dom da sabedoria no Antigo Testamento (1 Rs 3.16-28; 4.29-34). 

Em o Novo Testamento podemos tomar como exemplo de palavra da sabedoria a exposição da Escritura realizada pelo diácono e primeiro mártir cristão, Estevão. O livro de Atos conta-nos que os sábios da sinagoga, chamada dos Libertos, "não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito com que falava" (At 6.9,10).

3. Uma liderança sábia. A palavra de sabedoria é de grande valor na tarefa do aconselhamento pessoal e em situações que demandam uma orientação no exercício do ministério pastoral. Entretanto, tenhamos cuidado para não confundir a manifestação desse dom com o nosso desejo pessoal. Lembremo-nos de que Deus manifesta os dons em nossas vidas segundo o conselho da sua sabedoria, não da nossa. Tenhamos maturidade e cuidado no uso dos dons!



II - PALAVRA DA CIÊNCIA


1. O que é? Este dom muito se relaciona ao ensino das verdades da Palavra de Deus, fruto do resultado da iluminação do Espírito acerca das revelações dos mistérios de Deus conforme aborda Stanley Horton, em sua Teologia Sistemática (CPAD). Este dom também se relaciona à capacidade sobrenatural concedida pelo Espírito Santo ao crente para este conhecer fatos e circunstâncias ocultas.

2. Sua função. O dom da palavra da ciência não visa servir a propósitos triviais, como o de descobrir o significado dos tecidos do Tabernáculo ou a identidade da mulher de Caim, etc. Isto é mera curiosidade humana, e o dom de Deus não foi dado para satisfazê-la. A manifestação sobrenatural deste dom tem a finalidade de preservar a vida da igreja, livrando-a de qualquer engano ou artimanha do maligno.  

3. Exemplos bíblicos da palavra da ciência. Ao profeta Eliseu foram revelados os planos de guerra do rei da Síria. Quando o rei sírio pensou em atacar o exército de Israel, surpreendendo-o em determinado lugar, o profeta alertou o rei de Israel sobre os planos inimigos (2 Rs 6.8-12). Outro exemplo foi a revelação de Daniel acerca do sonho de Nabucodonosor, quando Deus descortinou a história dos grandes impérios mundiais ao profeta (Dn 2.2,3; 17-19). Em o Novo Testamento, esse dom foi manifesto quando o apóstolo Pedro desmascarou a mentira de Ananias e Safira (At 5.1-11). O dom da palavra da ciência não é adivinhação, mas conhecimento, concedido sobrenaturalmente, da parte de Deus.




III - DISCERNIMENTO DOS ESPÍRITOS


1. O dom de discernir os espíritos.  É uma capacidade sobrenatural dada por Deus ao crente para discernir a origem e a natureza das manifestações espirituais. De acordo com o termo grego diakrisis, a palavra discernir significa "julgar através de"; "distinguir". Ela denota o sentido de "se penetrar da superfície, desmascarando e descobrindo a verdadeira fonte dos motivos". Stanley Horton afirma que este dom "envolve uma percepção capaz de distinguir espíritos, cuja preocupação é proteger-nos dos ataques de Satanás e dos espíritos malignos" (cf. 1 Jo 4.1).



2. As fontes das manifestações espirituais. Ao longo das Escrituras podemos destacar três origens das manifestações espirituais no mundo: Deus, o homem e o Diabo. Uma profecia, por exemplo, pode ser fruto da ordem divina ou da mente humana ou ainda de origem maligna. Como saber? Aqui, o dom de discernir os espíritos tem o papel essencial de preservar a saúde espiritual da congregação. Segundo nos ensina o pastor Estêvam Ângelo, o "discernimento de espíritos não é habilidade para descobrir as faltas alheias". O dom não é uma permissão para julgar a vida dos outros.

3. Discernindo as manifestações espirituais. A Palavra de Deus nos ensina que os espíritos devem ser provados (1 Jo 4.1). Toda palavra que ouvimos em nome de Deus deve passar pelo crivo das Sagradas Escrituras, pois o Senhor Jesus nos advertiu sobre os falsos profetas. Ele ensinou-nos que os falsos profetas são conhecidos pelos "frutos que produzem", isto é, pelo caráter (Mt 7.15-20). Jesus conhece o segredo do coração humano, mas nós não, e por isso precisamos do Espírito Santo para revelar-nos a verdadeira motivação daqueles que falam em nome do Senhor. O apóstolo João nos advertiu acerca do "espírito do antricristo" que já opera neste mundo (1 Jo 4.3).






CONCLUSÃO



A Igreja de Jesus necessita dos dons de revelação para discernir entre o certo e o errado, entre o legítimo e o falso. Os falaciosos ensinos e as manifestações malignas podem ser desmascarados pelo dom do discernimento dos espíritos. Que Deus conceda à sua igreja dons de revelação para não cairmos nas astutas ciladas do Maligno.
LIÇÃO 03 – DONS DE REVELAÇÃO





TEXTO ÁUREO
"Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação" (1 Co 14.26).



VERDADE PRÁTICA
Os dons de revelação divina são indispensáveis à igreja da atualidade, pois vivemos em um tempo marcado pelo engano




INTRODUÇÃO
O teólogo pentecostal Stanley Horton afirma que "a maioria dos estudiosos classifica os dons de 1 Coríntios 12.8-10 em três categorias: revelação, poder e expressão, [tendo] três dons em cada categoria". Na lição desta semana estudaremos a respeito dos dons da "primeira categoria": os de revelação. Estes são concedidos aos servos de Deus para o aconselhamento e orientação da Igreja do Senhor.    





I - PALAVRA DA SABEDORIA


1. Conceito. O termo palavra exprime uma manifestação verbal ou escrita. Segundo o Dicionário Eletrônico Houaiss, sabedoria significa "discernimento inspirado nas coisas sobrenaturais e humanas". A sabedoria abordada pelo apóstolo Paulo em 1 Coríntios 12.8a refere-se a uma capacitação divina sobrenatural para tomada de decisões sábias e em circunstâncias extremas e difíceis. De acordo com Estêvam Ângelo de Souza, "a palavra da sabedoria é a sabedoria de Deus, ou, mais especificamente, um fragmento da sabedoria divina, que nos é dada por meios sobrenaturais".

2. A Bíblia e a palavra de sabedoria. Embora na Antiga Aliança os dons espirituais não fossem plena e claramente evidenciados como na Nova, alguns episódios do Antigo Testamento vislumbram o quanto Deus conferia aos homens sabedoria do alto para executar tarefas ou tomar decisões. Um exemplo disso é a revelação e a interpretação dos sonhos de Faraó através de José, o filho de Jacó (Gn 41.14-41). Ele não apenas interpretou os sonhos de Faraó, mas trouxe orientações sábias para que o Egito se preparasse para o período de fome que estava para vir. A habilidade do rei Salomão em resolver causas complexas, igualmente, é um admirável exemplo de dom da sabedoria no Antigo Testamento (1 Rs 3.16-28; 4.29-34). 

Em o Novo Testamento podemos tomar como exemplo de palavra da sabedoria a exposição da Escritura realizada pelo diácono e primeiro mártir cristão, Estevão. O livro de Atos conta-nos que os sábios da sinagoga, chamada dos Libertos, "não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito com que falava" (At 6.9,10).

3. Uma liderança sábia. A palavra de sabedoria é de grande valor na tarefa do aconselhamento pessoal e em situações que demandam uma orientação no exercício do ministério pastoral. Entretanto, tenhamos cuidado para não confundir a manifestação desse dom com o nosso desejo pessoal. Lembremo-nos de que Deus manifesta os dons em nossas vidas segundo o conselho da sua sabedoria, não da nossa. Tenhamos maturidade e cuidado no uso dos dons!









II - PALAVRA DA CIÊNCIA


1. O que é? Este dom muito se relaciona ao ensino das verdades da Palavra de Deus, fruto do resultado da iluminação do Espírito acerca das revelações dos mistérios de Deus conforme aborda Stanley Horton, em sua Teologia Sistemática (CPAD). Este dom também se relaciona à capacidade sobrenatural concedida pelo Espírito Santo ao crente para este conhecer fatos e circunstâncias ocultas.

2. Sua função. O dom da palavra da ciência não visa servir a propósitos triviais, como o de descobrir o significado dos tecidos do Tabernáculo ou a identidade da mulher de Caim, etc. Isto é mera curiosidade humana, e o dom de Deus não foi dado para satisfazê-la. A manifestação sobrenatural deste dom tem a finalidade de preservar a vida da igreja, livrando-a de qualquer engano ou artimanha do maligno.  

3. Exemplos bíblicos da palavra da ciência. Ao profeta Eliseu foram revelados os planos de guerra do rei da Síria. Quando o rei sírio pensou em atacar o exército de Israel, surpreendendo-o em determinado lugar, o profeta alertou o rei de Israel sobre os planos inimigos (2 Rs 6.8-12). Outro exemplo foi a revelação de Daniel acerca do sonho de Nabucodonosor, quando Deus descortinou a história dos grandes impérios mundiais ao profeta (Dn 2.2,3; 17-19). Em o Novo Testamento, esse dom foi manifesto quando o apóstolo Pedro desmascarou a mentira de Ananias e Safira (At 5.1-11). O dom da palavra da ciência não é adivinhação, mas conhecimento, concedido sobrenaturalmente, da parte de Deus.









III - DISCERNIMENTO DOS ESPÍRITOS


1. O dom de discernir os espíritos.  É uma capacidade sobrenatural dada por Deus ao crente para discernir a origem e a natureza das manifestações espirituais. De acordo com o termo grego diakrisis, a palavra discernir significa "julgar através de"; "distinguir". Ela denota o sentido de "se penetrar da superfície, desmascarando e descobrindo a verdadeira fonte dos motivos". Stanley Horton afirma que este dom "envolve uma percepção capaz de distinguir espíritos, cuja preocupação é proteger-nos dos ataques de Satanás e dos espíritos malignos" (cf. 1 Jo 4.1).



2. As fontes das manifestações espirituais. Ao longo das Escrituras podemos destacar três origens das manifestações espirituais no mundo: Deus, o homem e o Diabo. Uma profecia, por exemplo, pode ser fruto da ordem divina ou da mente humana ou ainda de origem maligna. Como saber? Aqui, o dom de discernir os espíritos tem o papel essencial de preservar a saúde espiritual da congregação. Segundo nos ensina o pastor Estêvam Ângelo, o "discernimento de espíritos não é habilidade para descobrir as faltas alheias". O dom não é uma permissão para julgar a vida dos outros.

3. Discernindo as manifestações espirituais. A Palavra de Deus nos ensina que os espíritos devem ser provados (1 Jo 4.1). Toda palavra que ouvimos em nome de Deus deve passar pelo crivo das Sagradas Escrituras, pois o Senhor Jesus nos advertiu sobre os falsos profetas. Ele ensinou-nos que os falsos profetas são conhecidos pelos "frutos que produzem", isto é, pelo caráter (Mt 7.15-20). Jesus conhece o segredo do coração humano, mas nós não, e por isso precisamos do Espírito Santo para revelar-nos a verdadeira motivação daqueles que falam em nome do Senhor. O apóstolo João nos advertiu acerca do "espírito do antricristo" que já opera neste mundo (1 Jo 4.3).






CONCLUSÃO



A Igreja de Jesus necessita dos dons de revelação para discernir entre o certo e o errado, entre o legítimo e o falso. Os falaciosos ensinos e as manifestações malignas podem ser desmascarados pelo dom do discernimento dos espíritos. Que Deus conceda à sua igreja dons de revelação para não cairmos nas astutas ciladas do Maligno.

Sementes do Evangelho - Parceiros.

Prezados(as) Leitores, bom dia! Que a Paz do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo seja convosco, venha ser parceiro dos nossos projetos...